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No dia 28/04, em São Paulo, a MSD, laboratório internacional que produz medicamentos, organizou seu ‘IV Fórum de Farmacêuticos’, que atraiu mais de 200 participantes, entre médicos, farmacêuticos e enfermeiros, além de outros profissionais da área médica.

O tema do evento foi uma atualização científica quanto ao cuidado com o paciente oncológico, abordando temas como os biossimilares, o controle de náuseas e vômitos, entre outros.

A farmacêutica, Isabela Magalhães, participou do evento, fazendo juz ao preceito de otimização, que determina o aperfeiçoamento constante de todos os processos técnico administrativos do COE, um dos pilares do C.A.R.I.N.H.O., modelo de gestão aplicado no Centro.

O COE recebe você com C.A.R.I.N.H.O.!

 


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Um dos preceitos do modelo de gestão do COE, o C.A.R.I.N.H.O., é a otimização constante de todos os nossos processos técnico administrativos. Em alinhamento a essa postura, o COE organiza, periodicamente, eventos científicos da área médico oncológica, a fim de estar sempre em harmonia com os mais avançados e atualizados tratamentos de câncer disponíveis no Brasil e no mundo.

Na última quinta-feira, 19/04/2018 o Centro de Oncologia Especializada realizou uma palestra em São José dos Campos. A oncologista clínica do COE, dra. Ana Carolina R. C. Gouvêa, que possui  experiência de 5 anos no serviço de oncogenética do ICESP – USP ministrou a palestra de abertura e a médica, Dra. Maria Cristina Figueroa Magalhães, que dispõe de 3 anos de experiência na Sociedade de Pesquisa do Programa de Câncer de Mama do Hospital John Hopkins, nos EUA e é atual doutoranda da Faculdade de Medicina da USP, foi a palestrante convidada.

O evento, intitulado “Trocando Experiências em Onco-Mastologia” contou com a participação de médicos especialistas em radiologia, ginecologia, radioterapia e, especialmente, mastologia e oncologia clínica, entre outros.

Após a exposição das aulas e dos debates técnicos, os convidados se divertiram em um tradicional restaurante de culinária portuguesa.


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Sabia que o paciente com câncer possui uma série de benefícios aprovados por lei ?

Clique abaixo, confira e compartilhe!

#DiaMundialDeCombateAoCâncer“Saúde é direito de todos e dever do Estado”. Isso significa que todos, acometidos de…

Publicado por Senado Federal em Domingo, 8 de abril de 2018


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Sabe-se que o câncer é uma das doenças que mais acomete a população mundial. No entanto, a maior parte das pessoas não entende a respeito desse mal.

Como conhecimento sempre traz benefícios, nesse 08 de abril, Dia Mundial de Combate ao Câncer, convidamos nossos amigos a saberem um pouco mais sobre essa doença!

Clique no link abaixo e confira:

O que causa câncer e quais seus sintomas e tratamentos


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Durante os dias 16 e 17 de março, a Dra. Maria Fernanda, Oncologista Clínica do COE e o Dr. Giordano Bruno, Oncologista Clínico e Responsável Técnico do COE participaram do “IV Simpósio Internacional de Tumores Gastrointestinais” realizado em São Paulo-SP.

O Simpósio contou com ilustres convidados, como o Dr. Caio Rocha Lima, dos Estados Unidos; o Dr. Daniele Marrelli, da Itália; também dos Estados Unidos, o Dr. David Ilson e o Dr. Dominik Modest, da Alemanhã, entre diversos outros especialistas internacionais e nacionais.

Os médicos especialistas do COE estão sempre em busca de aprimoramentos pois essas ações são aplicações práticas de um dos preceitos do Projeto C.A.R.I.N.H.O., o de Otimização, que prega o aperfeiçoamento constante de todos os processos técnico administrativos do COE.

O Projeto Carinho é um modelo de gestão exclusivo, baseado em ciência, eficiência e humanização que tem por objetivo fazer com que a nossa equipe multidisciplinar se coloque carinhosamente junto às pessoas nesse momento delicado de suas vidas, oferecendo uma série de informações e serviços que vão muito além do simples tratamento do câncer.

O COE recebe você com C.A.R.I.N.H.O.!


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No início do mês de março, o Dr. Celso Abrahão, Cancerologista do COE, participou dos workshops “Aplicando na prática o Jeito Disney de Encantar os Clientes” e “Lições de Criatividade e Inovação Estilo Disney/Pixar” ministrados pela Lederman Consulting & Education, durante dois dias, em São Paulo-SP.

Disney Institute é um dos líderes em programas de desenvolvimento profissional nas áreas de liderança, fidelização, gestão, serviços e criatividade. Com milhões de líderes treinados em mais de 45 países, em mais de 40 empresas e por mais de 20 anos.

Essas capacitações feitas pelo Dr. Celso são aplicações práticas de um dos preceitos do Projeto C.A.R.I.N.H.O., o de Otimização, que prega o aprimoramento constante de todos os processos técnico administrativos do COE.

O Projeto Carinho é um modelo de gestão exclusivo, baseado em ciência, eficiência e humanização que tem por objetivo fazer com que a nossa equipe multidisciplinar se coloque carinhosamente junto às pessoas nesse momento delicado de suas vidas, oferecendo uma série de informações e serviços que vão muito além do simples tratamento do câncer.

O COE recebe você com C.A.R.I.N.H.O.!


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O nome parece estranho, quase ficção científica … mas esta nova área da Medicina pode te ajudar e muito !!!
Nem todo mundo sabe, mas a origem de muitos cânceres poder ter relação nossos genes, nosso DNA.

Nosso material genético, nossos genes, veem metade de nossos pais e metade de nossas mães – e eles tem grande influência sobre nós ! São eles os responsáveis por grande parte das nossas características : cor de pele, cabelos e olhos; mas também pela nossa tendência em desenvolver determinadas doenças e acreditem até por traços da nossa personalidade!

O que muitos não sabem é que existem alguns genes muito especiais – conhecidos como genes supressores tumorais que tem um papel muito importante : eles funcionam como guardiões do nosso DNA.

Como assim? Eu explico …

Nossa células se renovam constantemente  e este processo deve ser feito de maneira perfeita .. sem erros. Estes genes são responsáveis por checar, ao final do processo de renovação celular, se a cópia do nosso DNA foi feita de maneira perfeita – caso negativo, eles corrigem os erros ou eliminam a célula com defeito.
Assim, se nascemos com alguns destes genes, funcionando de maneira parcial, podemos ter uma maior chance de desenvolver um câncer do que a população em geral.
Felizmente hoje já é possível através de exames realizados no sangue ou saliva, identificar estas pessoas, e assim traçar um plano de prevenção intensivo, evitando assim uma parte dos casos de câncer que conhecemos.
Entretanto, a imensa maioria das pessoas que deveria passar por esta avaliação é identificada, nos Estados Unidos estima-se que menos de 20 % dos pacientes com indicação são avaliados, no Brasil isto é ainda pior.
Por isso, é muito importante que médicos e pacientes, estejam atentos as principais pistas que sugerem câncer hereditário – idade jovem e muitos casos na família; e procurem sempre que possível um especialista na área.
 
Dra. Ana Carolina R. C. Gouvea
Oncologista Clínica – USP – CRM SP: 125.762
Atuação em oncogenética e onco-mastologia 

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Vacina é uma substância produzida com bactérias ou vírus (ou partes deles) mortos ou enfraquecidos. A vacina provoca uma reação do sistema de defesa e promove a produção de anticorpos contra aquela substância. Desse modo, a vacina prepara o organismo para que, em caso de infecção por aquele agente, o sistema de defesa possa agir mais rapidamente. Assim a doença não se desenvolve ou, em alguns casos, se desenvolve de forma mais branda.

Existem dois tipos de vacinas: atenuadas e inativadas.

As vacinas inativadas são compostas por microrganismos não vivos ou suas frações e não provocam doença subclínica. Podem ser administradas com segurança em população imunodeprimida. Compõem esse grupo: vacinas pertussis de células inteiras, vacinas inativada contra poliomielite; tétano; difteria; alguns subtipos de influenza; hepatite A; hepatite
B; HPV; pneumococo; meningococo. Em pacientes que fazem quimioterapia, a imunidade chega a ficar tão “baixa” que muitas vezes o organismo não será capaz de reconhecer a vacina e não terá o efeito de proteção. Por isso, é necessário aplicar a vacina inativada 3 semanas antes do início da quimioterapia ou 1 mês após o término. Muitas vezes nesse caso é necessário dose de reforço.
Já as vacinas atenuadas são produzidas com microorganismos obtidos através da seleção de cepas naturais atenuadas em meios de cultura especiais, provocando uma infecção similar porém mais branda. São elas: sarampo, caxumba; rubéola; varicela; febre amarela; herpes zoster; poliomielite oral; rotavírus e BCG. Geralmente são de dose única e
conferem imunidade duradoura. Este tipo de vacina é contraindicada em pacientes imunodeprimidos pelo risco de desenvolvimento da doença após a vacinação.Pacientes que fazem uso de corticoides em altas doses também não devem receber tais vacinas.
A febre amarela tem como forma de proteção mais efetiva a vacinação. A vacina está disponível no SUS para moradores ou pessoas que pretendem visitar regiões silvestres, rurais ou de mata, porém com o recente surto de febre amarela haverá o início de uma campanha maciça de vacinação no estado de São Paulo. A vacina contra a febre amarela é composta por vírus atenuado e, dessa forma, não deve ser administrada em pacientes oncológicos em
tratamento quimioterápico. Indicamos evitar vacinas atenuadas por até três meses após interrupção do tratamento quimioterápico.
No caso da vacina contra a febre amarela, posteriormente à aplicação, é comum o aparecimento de sintomas, como dores musculares e de cabeça, além de febre. Vermelhidão, inchaço e calor também podem ocorrer no ponto de aplicação.
Até o ano passado, a vacina contra febre amarela era tomada com dose de reforço após 10 anos, mas essa diretriz foi revista pelo Ministério da Saúde e hoje a vacina vale por toda a vida. Portanto, pacientes com câncer que já tiverem
tomado uma dose da vacina estão protegidos e não precisam repetir a imunização. Em caso de dúvida, procure seu médico oncologista para maiores esclarecimentos.
 
Dra. Maria Fernanda de Oliveira –  CRM SP: 121.277 – Oncologista Clínica do COE
 

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COE detém o selo C.A.R.I.N.H.O, um modelo de gestão exclusivo, que faz com que a nossa equipe multidisciplinar se coloque carinhosamente junto aos pacientes e seus familiares, oferecendo uma série de informações e serviços que vão muito além do simples tratamento do câncer.

Um dos preceitos do C.A.R.I.N.H.O é a busca e divulgação constantes de informações precisas e confiáveis sobre a oncologia. Recentemente, devido ao grande aumento de casos registrados de febre amarela no Brasil, o assunto surgiu em manchetes de televisão, internet e outras mídias. Por esse motivo o COE decidiu oferecer informações recentes, divulgadas pela SBOC (Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica) às pessoas.

SBOC estabeleceu as seguintes recomendações gerais, que se aplicam tanto à dose convencional da vacina quanto à dose fracionada (ainda que, com essa última, a experiência seja ainda mais restrita):

– A vacina contra Febre Amarela é uma vacina de vírus vivo atenuado administrada em dose única;

– Os dados referentes à vacinação para febre amarela em pacientes oncológicos em tratamento são limitados, e riscos/benefícios devem ser discutidos com seu oncologista;

– A resposta à vacina para febre amarela em pacientes oncológicos pode diferir em relação à eficácia da vacinação, bem como manifestação dos eventos adversos;

– Como recomendação geral, pacientes recebendo quimioterapia venosa ou oral, ou ainda terapia-alvo (exceto rituximabe e obinutuzumabe; ver abaixo), não devem receber a vacina durante o tratamento e por até três meses após o seu término;

– Pacientes recebendo rituximabe, obinutuzumabe ou imunoterapia (bloqueadores de correceptores imunes ou outros imunomoduladores de uso oncológico), bem como aqueles tratados com fludarabina, não devem receber a vacina durante o tratamento e por até seis meses após o seu término;

– Pacientes com histórico de transplante de medula óssea não devem receber a vacina por até 24 meses após o transplante, e a vacina pode ser realizada apenas naqueles sem evidências de doença enxerto-versus-hospedeiro e fora de uso de medicamentos imunossupressores;

– Paciente em uso de corticoides cronicamente ou em doses imunossupressoras não devem receber a vacina durante o tratamento e por até quatro semanas após o seu término;

– Nas situações em que a vacina não pode ser administrada, o uso de medidas adicionais de prevenção devem ser implementadas, como limitação da exposição/viagens a áreas de alta incidência de febre amarela;

– Naqueles indivíduos que receberam a vacina, um intervalo mínimo de quatro semanas para início do tratamento oncológico é recomendado;

– Pacientes com histórico de tratamento oncológico concluído há mais de seis meses e atualmente em acompanhamento clínico exclusivo devem seguir as recomendações aplicáveis à população geral e podem ser vacinados, respeitando-se as particularidades de cada caso.

– Pacientes que apresentem outros problemas de saúde, histórico de alergias (sobretudo a ovos ou gelatina) ou reações prévias a vacinas, aqueles em uso de imunossupressores ou histórico de imunodeficiências ou indivíduos com mais de 60 anos devem consultar um profissional médico antes de receber a vacina.

Em caso de dúvida, procure seu médico oncologista para maiores esclarecimentos.

 


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O COE oferece avançado tratamento oncológico em São José dos Campos, com equipe interdisciplinar especializada, aliada a instalações agradáveis, amplas e seguras. O Centro de Oncologia Especializada é norteado pelo modelo de gestão C.A.R.I.N.H.O, que é baseado em ciência, eficiência e humanização.


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