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Receber o diagnóstico de câncer é um susto para o paciente e seus familiares e a maioria não imagina as dificuldades que virão e perdurarão por todo o tratamento. Saiba os direitos do paciente oncológico!

Os pacientes que recebem esse diagnóstico têm vários direitos especiais assegurados por lei. Entretanto, nem todos sabem que podem contar com esses benefícios e, o mais importante, qual o caminho para conquistá-los.

O tratamento do paciente com câncer exige uma rotina diferenciada, bem como modifica o orçamento das famílias do paciente. Por tal motivo o COE oferece um acolhimento diferenciado, praticado sob o modelo de gestão próprio, denominado C.A.R.I.N.H.O, cuja proposta única de valor é “Ajudar pessoas a viver melhor”, atuando sempre junto aos pacientes e familiares dispendendo otimismo, perseverança e dignidade.

Não obstante, nada mais digno que disponibilizar meios aos pacientes de se orientarem para a busca dos direitos assegurados, através de um breve resumo apresentado ao final do “Manual do paciente”, elaborado cuidadosamente pelo departamento jurídico.

Quem contribui para o INSS, pode receber o auxílio-doença, pago a quem fica temporariamente sem condições de trabalhar. Se transformar-se em permanente a incapacidade, o paciente terá direito a requerer a aposentadoria por invalidez. Aquele que nunca contribuiu para a previdência pode se beneficiar de uma ajuda assistencial, desde que se enquadre nos parâmetros de família de baixa renda, através de benefício de prestação continuada da Lei Orgânica da Assistência Social – LOAS, solicitado junto ao site www.previdencia.gov.br.

Poderá ainda o trabalhador sacar o PIS/PASEP e FGTS logo após a confirmação do diagnóstico (pessoal ou de dependente) e, em caso de perdurar a doença, voltando o paciente a trabalhar, poderá sacar o valor depositado no fundo pela empresa a cada dois anos. Poderá o interessado acessar os sites www.caixa.gov.br e www.bb.com.br.

O paciente ainda poderá ter quitado seu financiamento habitacional, adquirido pelo Sistema Financeiro Habitacional em caso aposentadoria por invalidez ou morte, não estendendo-se as prestações em atraso, ressalvadas as condições especificas contratuais celebradas com a instituição financeira.

No mais, os diagnosticados ainda têm direito a desconto de IPI, IPVA e ICMS na aquisição de veículo novo, e isenção do imposto de renda (www.receita.fazenda.gov.br ou telefone 146).

O Estado de São Paulo ainda isenta os pacientes diagnosticados com câncer do rodízio de veículos (www.cetsp.com.br), bem como a prioridade na tramitação de processos judiciais.

Sendo negado ao paciente o seu direito por alguma das instituições, deverá procurar a Defensoria Pública ou o advogado de sua confiança para buscar aquele benefício que lhe é garantido constitucionalmente. Lembre-se, conhecendo os direitos do paciente oncológico, é possível ter um período tranquilo durante o tratamento!

Por: Luís Francisco Fernandes de Oliveira, Advogado
Responsável pelo Departamento Jurídico – COE

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O Câncer de Mama ainda assusta muita gente! E não sem motivo: esta doença acomete anualmente cerca de 60.000 mulheres no Brasil, sendo o câncer mais comum entre elas! A boa notícia é que cada vez mais mulheres saem curadas desta batalha, em especial pelo maior número de casos diagnosticados precocemente pela mamografia, e pelas melhorias nos tratamentos. Saiba neste artigo como prevenir o câncer de mama e como tratar!

O que poucas pessoas sabem é que a Mamografia, apesar de ser uma estratégia eficaz para descoberta de tumores iniciais, com altas chances de cura – chegando a mais de 98 % em alguns casos, não é uma arma que previne o câncer. Quando falamos em prevenir, devemos pensar em estratégias que evitem o aparecimento dos tumores – e o melhor é que elas existem e estão à disposição de todos! Existem medidas simples que podem evitar até 30% dos casos. Estudos recentes demonstram que controle de peso, 3-5h de atividade física semanais e não fumar tem grande impacto na redução destes tumores.

Além disso, outra importante estratégia de prevenção é o Aconselhamento Genético. Cerca de 10-15% dos casos de câncer de mama tem relação com fatores hereditários, e para estes as medidas tradicionais como mamografia podem ser insuficientes, pelo alto risco de desenvolvimento de câncer, que pode chegar até 80% ao longo da vida. Porém, felizmente hoje contamos com testes genéticos que podem identificar estas pessoas e medidas que podem reduzir este risco a menos de 5%. Assim se você teve câncer de mama com menos de 40 anos, ou se tem casos na família de câncer de mama, ovário, próstata e pâncreas, talvez seja uma boa candidata para uma avaliação Oncogenética.

                No entanto, infelizmente nem todos os casos podem ser evitados, mas podem sempre ser tratados! Saiba que atualmente as armas para tratar o câncer de mama são muitas, aumentando muito as chances de cura: além das conhecidas cirurgia, radioterapia e quimioterapia contamos com hormonioterapia, imunoterapia e drogas-alvo. Portanto, se você, algum amigo ou familiar estiver passando por este momento, procure um centro de tratamento que esteja familiarizado com todas estas técnicas e que de preferência trabalhe em equipe multidisciplinar – é fundamental para o sucesso do tratamento que oncologistas, mastologistas, radioterapeutas, psicólogos, enfermeiros, nutricionistas e farmacêuticos trabalhem juntos!

                E por fim, sabemos hoje que algumas terapias complementares podem sim ajudar o paciente neste momento – esta área da Medicina conhecida como Medicina Integrativa, busca integrar ao tratamento convencional práticas que melhorem os resultados e aliviem os sintomas e efeitos colaterais! Algumas destas práticas são Yoga, meditação e acupuntura por exemplo. É importante porem que sejam orientadas por um profissional capacitado, de forma a não atrapalhar o seu tratamento oncológico!

Assim, saiba que podemos prevenir o câncer de mama com medidas simples como atividade física e alimentação saudável; que para alguns casos pode ser necessária uma avaliação genética; que a Mamografia continua sendo uma arma segura e indispensável de rastreamento, que os avanços do tratamento permitem hoje que muitos casos sejam curados!

Por isso procure ter uma vida saudável, fazer sua mamografia anual após os 40 anos, procurar um médico mastologista se sentir um nódulo na mama; e caso diagnostique um câncer, não se desespere – procure um centro de oncologia capacitado para tratá-la com máxima eficiência e cuidado!

Dra. Ana Carolina de Gouvêa

Oncologista e Oncogeneticista pela Faculdade de Medicina da USP

Coordenadora do Núcleo de Câncer de Mama do COE/INCON


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Semana passada na cidade de Chicago, Estados Unidos, foi realizado o encontro anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica, considerado um dos mais importantes Congressos de Oncologia em todo o mundo.

Um dos destaques foi a apresentação do Estudo TAILORX sobre Câncer de Mama. Com quase sete mil mulheres incluídas, o estudo traz um dado importante – até 70% das mulheres com ‘câncer de mama inicial’; ‘receptores hormonais positivos’ e avaliadas por teste genômico tumoral podem ser poupadas de quimioterapia, sem comprometer as taxas de cura.

As conclusões desse estudo representam um importante progresso no tratamento do câncer de mama, beneficiando milhares de mulheres, e reforçam a necessidade do emprego cada vez maior da Biologia Tumoral e da Oncogenética na prática clinica diária, para definição “personalizada” do melhor tratamento para cada paciente.

Dra Ana Carolina R.Chaves de Gouvêa
Oncologia Clinica e Oncogenética


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O nome parece estranho, quase ficção científica … mas esta nova área da Medicina pode te ajudar e muito !!!
Nem todo mundo sabe, mas a origem de muitos cânceres poder ter relação nossos genes, nosso DNA.

Nosso material genético, nossos genes, veem metade de nossos pais e metade de nossas mães – e eles tem grande influência sobre nós ! São eles os responsáveis por grande parte das nossas características : cor de pele, cabelos e olhos; mas também pela nossa tendência em desenvolver determinadas doenças e acreditem até por traços da nossa personalidade!

O que muitos não sabem é que existem alguns genes muito especiais – conhecidos como genes supressores tumorais que tem um papel muito importante : eles funcionam como guardiões do nosso DNA.

Como assim? Eu explico …

Nossa células se renovam constantemente  e este processo deve ser feito de maneira perfeita .. sem erros. Estes genes são responsáveis por checar, ao final do processo de renovação celular, se a cópia do nosso DNA foi feita de maneira perfeita – caso negativo, eles corrigem os erros ou eliminam a célula com defeito.
Assim, se nascemos com alguns destes genes, funcionando de maneira parcial, podemos ter uma maior chance de desenvolver um câncer do que a população em geral.
Felizmente hoje já é possível através de exames realizados no sangue ou saliva, identificar estas pessoas, e assim traçar um plano de prevenção intensivo, evitando assim uma parte dos casos de câncer que conhecemos.
Entretanto, a imensa maioria das pessoas que deveria passar por esta avaliação é identificada, nos Estados Unidos estima-se que menos de 20 % dos pacientes com indicação são avaliados, no Brasil isto é ainda pior.
Por isso, é muito importante que médicos e pacientes, estejam atentos as principais pistas que sugerem câncer hereditário – idade jovem e muitos casos na família; e procurem sempre que possível um especialista na área.
 
Dra. Ana Carolina R. C. Gouvea
Oncologista Clínica – USP – CRM SP: 125.762
Atuação em oncogenética e onco-mastologia 

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COE detém o selo C.A.R.I.N.H.O, um modelo de gestão exclusivo, que faz com que a nossa equipe multidisciplinar se coloque carinhosamente junto aos pacientes e seus familiares, oferecendo uma série de informações e serviços que vão muito além do simples tratamento do câncer.

Um dos preceitos do C.A.R.I.N.H.O é a busca e divulgação constantes de informações precisas e confiáveis sobre a oncologia. Recentemente, devido ao grande aumento de casos registrados de febre amarela no Brasil, o assunto surgiu em manchetes de televisão, internet e outras mídias. Por esse motivo o COE decidiu oferecer informações recentes, divulgadas pela SBOC (Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica) às pessoas.

SBOC estabeleceu as seguintes recomendações gerais, que se aplicam tanto à dose convencional da vacina quanto à dose fracionada (ainda que, com essa última, a experiência seja ainda mais restrita):

– A vacina contra Febre Amarela é uma vacina de vírus vivo atenuado administrada em dose única;

– Os dados referentes à vacinação para febre amarela em pacientes oncológicos em tratamento são limitados, e riscos/benefícios devem ser discutidos com seu oncologista;

– A resposta à vacina para febre amarela em pacientes oncológicos pode diferir em relação à eficácia da vacinação, bem como manifestação dos eventos adversos;

– Como recomendação geral, pacientes recebendo quimioterapia venosa ou oral, ou ainda terapia-alvo (exceto rituximabe e obinutuzumabe; ver abaixo), não devem receber a vacina durante o tratamento e por até três meses após o seu término;

– Pacientes recebendo rituximabe, obinutuzumabe ou imunoterapia (bloqueadores de correceptores imunes ou outros imunomoduladores de uso oncológico), bem como aqueles tratados com fludarabina, não devem receber a vacina durante o tratamento e por até seis meses após o seu término;

– Pacientes com histórico de transplante de medula óssea não devem receber a vacina por até 24 meses após o transplante, e a vacina pode ser realizada apenas naqueles sem evidências de doença enxerto-versus-hospedeiro e fora de uso de medicamentos imunossupressores;

– Paciente em uso de corticoides cronicamente ou em doses imunossupressoras não devem receber a vacina durante o tratamento e por até quatro semanas após o seu término;

– Nas situações em que a vacina não pode ser administrada, o uso de medidas adicionais de prevenção devem ser implementadas, como limitação da exposição/viagens a áreas de alta incidência de febre amarela;

– Naqueles indivíduos que receberam a vacina, um intervalo mínimo de quatro semanas para início do tratamento oncológico é recomendado;

– Pacientes com histórico de tratamento oncológico concluído há mais de seis meses e atualmente em acompanhamento clínico exclusivo devem seguir as recomendações aplicáveis à população geral e podem ser vacinados, respeitando-se as particularidades de cada caso.

– Pacientes que apresentem outros problemas de saúde, histórico de alergias (sobretudo a ovos ou gelatina) ou reações prévias a vacinas, aqueles em uso de imunossupressores ou histórico de imunodeficiências ou indivíduos com mais de 60 anos devem consultar um profissional médico antes de receber a vacina.

Em caso de dúvida, procure seu médico oncologista para maiores esclarecimentos.

 


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O COE oferece avançado tratamento oncológico em São José dos Campos, com equipe interdisciplinar especializada, aliada a instalações agradáveis, amplas e seguras. O Centro de Oncologia Especializada é norteado pelo modelo de gestão C.A.R.I.N.H.O, que é baseado em ciência, eficiência e humanização.


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